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Publicado em 01/09/2011 | Categoria: Informe/Agenda
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Marcelo Asfora destaca desafios para crescimento sustentvel

Em palestra na Agrinordeste na manhã desta quinta-feira (01/09), o diretor presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Marcelo Asfora, destacou a necessidade de responder às pressões ambientais decorrentes do crescimento econômico. “Pernambuco passa por um momento especial. Há alguns anos temos crescido mais do que a média nacional. Isso é muito bom, mas coloca desafios no sentido de transformar esse crescimento em desenvolvimento”, observou, ressaltando a importância da criação da Sala de Situação da Apac, em maio deste ano. “Cada vez mais temos que fazer uso racional da água. E cada vez mais temos que entender as razões dos eventos extremos que nos afetam. Somente com informação e planejamento seremos capazes de alcançar esses objetivos.”

Com a implantação da Sala de Situação da Apac, o Estado de Pernambuco passou a contar com um moderno centro de monitoramento e alerta hidrometeorológico, contribuindo para uma resposta rápida contra eventos extremos e aumentando a segurança da população. A Sala conta com uma rede de Plataformas de Coleta de Dados (PCDs) situadas estrategicamente em todas as regiões do estado, para transmissão via telemetria em tempo real de informações sobre volume de precipitação e níveis de rios e barragens. Um dos destaques do novo sistema é o programa de simulação de enchentes. A Sala de Situação da Apac opera em estreita colaboração com a defesa civil, fornecendo boletins meteorológicos e hidrológicos diários, que servem como subsídio para ações preventivas.

Marcelo destacou as transformações urbanas recentes como fator que deve ser levado em conta no enfrentamento das enchentes na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata. “Basta olharmos ao redor para responder a uma questão importante: o que mudou mais nos últimos cinco anos, o regime de chuvas ou a paisagem que nos cerca?” Ele ressaltou as consequências da impermeabilização provocada pelo crescimento urbano e a necessidade de envolver a sociedade no esforço de minimizar os danos causados pela chuvas. “A Sala de Situação agrega os elementos necessários para a tomada de decisões. Assim somos capazes de mobilizar a defesa civil de forma mais eficaz, causando menos transtorno às pessoas e fazendo uma previsão mais precisa das inundações”, afirmou.