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Publicado em 05/03/2020 | Categoria: APAC em destaque
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APAC participa de II Reunio de Avaliao do Monitor de Secas, em Braslia

 

A Presidente da Apac, Suzana Montenegro e a meteorologista Aparecida Fernandes participam nesta quarta-feira (04) da IIª Reunião de Avaliação do Monitor de Secas e o uso efetivo para a tomada de decisão, na sede da Agência Nacional de Águas – ANA, em Brasília.


Durante a reunião, foi feita a avaliação do Monitor de Secas no ciclo 2018/2019 e as perspectivas para o ciclo 2020/2021, além de detalhar o processo de expansão do Programa Monitor de Secas para outros Estados. Também foi discutida a integração do Monitor com as Salas de Situação nas Agências Estaduais.


O objetivo principal do encontro é a capacitação dos validadores e dirigentes das Instituições Estaduais para o bom uso da validação na tomada de decisão.


Em agosto de 2014, o Monitor de Secas entrou em fase experimental, sob a liderança, na esfera federal, da Agência Nacional de Águas (ANA), do Ministério da Integração Nacional (MI) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Na esfera estadual o Monitor de Secas conta com o envolvimento de todos os Estados do Nordeste, disponibilizando informações e participando do processo de validação do mapa do Monitor, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) do Estado de Alagoas; da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) do Estado da Bahia; da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (COGERH), da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME) e da Secretaria de Desenvolvimento Agrário (SDA) do Estado do Ceará; do Núcleo Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA/NUGEO) do Estado do Maranhão; da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária de Pernambuco (ADAGRO), da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), da Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA) e do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) do Estado de Pernambuco; da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) e da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMAR) do Estado do Piauí; da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA) do Estado da Paraíba; da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária (EMPARN) do Estado do Rio Grande do Norte; da Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) e da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) do Estado de Sergipe.


Todos esses atores mantêm articulação permanente em torno do processo do Monitor de Secas, sob a liderança compartilhada do INEMA, da FUNCEME e da APAC que são as instituições estaduais que exercem a função de autores dos mapas do Monitor.


Hoje, além do Nordeste, também fazem parte do Monitor, os Estados de Tocantins, Minas Gerais e Espírito Santo. Os Estados do Rio de Janeiro e Goiás estão em fase de treinamento para também serem incluídos no mapa do Monitor de Secas e até o ano de 2023, a perspectiva é que todo país faça parte do Programa.